16 de março de 2012

A Poesia dos Anjos


A Poesia dos Anjos

Anjos ditam-me uma distinta poesia.
Que fora escrita com o puro sangue do sofrimento
pois a mente incapaz se fazia.
de manter o que o coração viva.
Pela paixão ardente.

Cristalino tanto quão,
A pureza de um sincero perdão.

E por uma vivênciar esta verdade.
Tão clara quanto a visão de um cego.
E tão bela quanto o soneto composto pelo silêncio.

Perdi-me no sangue de meu coração.
Onde finalmente, decidi-me então,
compor à realidade vinda pela ilusão.

Esta que me prende em devaneios.
De sonhos tão incertos.
E de lágrimas tão certas.

Que caem sem chorar.
Que sufocam-me até matar.

E atravez das linhas sangrentas.
Já sujas pela pureza.
Descartadas pela avareza.
Marcadas pela tristeza.
Lançadas pela minha'lma.

Posso trazer do caos profundo.
A paz que respiro.



Régis “Tears of Corrosion”

1 de fevereiro de 2012

Diamantes



Diamantes, Não passam de brilhantes Pedras ao olhar da Descrença.
Felicidade, não passa de uma palavra vazia aos olhos de quem sofre.
Poesia, não passa de rimas sem sentido a quem se ausenta de sentimentos.
Um momento pode ter um valor imensurável para quem deseja doa-lo aos sorrisos.
Uma lágrima pode conter todo o DNA sentimental de um momento banal.
Momento no qual anjos oram pelo sucesso de pessoas tão fortes que se veem impotentes.
Gritos tão altos quanto esse silêncio presente.
Na dimensão do tempo e perdido no espaço.”

Régis “Tears of Corrosion”

19 de janeiro de 2012

Imaginário Caos Cap. 1

Imaginário Caos Cap. 1

O Quanto enlouquecedor é,
lutar contra seus sentimentos?
Vencer a si mesmo?
Sacrifícios perdidos numa noite qualquer...

Onde os sonhos, Janelas da Realidade.
Mostram sua força oculta em verdades.
Verdades?
Ora quais são essas perdidas nos devaneios,
do único lugar onde encontro paz?
O Caos da vida,
O mistério da morte...

As sombras que me cercam são parte de um futuro perdido...

A Luz que me cega é um engano,
um atalho para os fracos que temem a chama de uma simples vela.
Um incêndio provocado pelo fogo do medo...

Destruais-vos pobres almas.
Aqui jazem sentimentos sinceros...
Aqui encontra-se inerte pobre paixão.

Nesse lugar tão frágil,
Nesse Labirinto de Pecados,
Somente por mim visitado...

Um triste fardo,
carregado pela minh'alma.
Em apenas algumas decisões errôneas.

Régis “Tears of Corrosion”

12 de dezembro de 2011

Anjo do Pecado


Anjo do Pecado

Anjo dessa noite ardente.
Pecado inconsequente.
Pelo simples desejo se atende.

Linda rosa da qual não sinto o perfume.
Proibido de sentir seu aroma sublime.

Doçura que se faz num sorriso.
Este que brilha com teus olhos.
Capazes de mostrar a luz tão rara.
Escondida nos labirintos de tu'alma

Tentação relevante ao segredo distante.
A consequência da consciência ludibriável,
ao caos que em minh'alma fora firmada .

Segredas ao silêncio do momento irresistível.
Na qual tua figura se fez presente,
à minha vida gritante.

Régis “Tears of Corrosion”