A Poesia dos Anjos
Anjos ditam-me uma
distinta poesia.
Que fora escrita com o
puro sangue do sofrimento
pois a mente incapaz se
fazia.
de manter o que o
coração viva.
Pela paixão ardente.
Cristalino tanto quão,
A pureza de um sincero
perdão.
E por uma vivênciar
esta verdade.
Tão clara quanto a
visão de um cego.
E tão bela quanto o soneto composto pelo silêncio.
E tão bela quanto o soneto composto pelo silêncio.
Perdi-me no sangue de
meu coração.
Onde finalmente, decidi-me então,
compor à realidade vinda pela ilusão.
Onde finalmente, decidi-me então,
compor à realidade vinda pela ilusão.
Esta que me prende em
devaneios.
De sonhos tão incertos.
E de lágrimas tão certas.
De sonhos tão incertos.
E de lágrimas tão certas.
Que caem sem chorar.
Que sufocam-me até
matar.
E atravez das linhas
sangrentas.
Já sujas pela pureza.
Descartadas pela avareza.
Marcadas pela tristeza.
Lançadas pela minha'lma.
Já sujas pela pureza.
Descartadas pela avareza.
Marcadas pela tristeza.
Lançadas pela minha'lma.
Posso trazer do caos
profundo.
A paz que respiro.
A paz que respiro.
Régis “Tears of
Corrosion”

